TICs (Tecnologias da Informação e da Comunicação)

Este blog foi criado para a Especialização em Tecnologias da Informação e da Comunicação na Promoção da Aprendizagem.

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Olá, Sou professora de Arte, formada pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), e especialista em Psicopedagogia Clínica, Empresarial e Institucional. Trabalho atualmente na Coordenação Estadual de Tecnologia na Educação (CRTE), em Cornélio Procópio, onde resido.

Wednesday, December 13, 2006

Minha colaboração no forum do Proa 07


Olá,
A atividade era para postarmos algo que nos chavama mais a atenção em um dos textos sugeridos pelas professoras.
Na verdade inicio com um texto, mas faço algumas reflexões a partir dos outros lidos também...

Escola Inclusiva: o desvelar de um espaço...; (Contribuição) Olá Professoras, Tutora e Colegas...Achei bem interessante o texto tratado pelas autoras Andréa Tonini e Fabiane Adela Tonetto Costas sob o título de Escola Inclusiva: o desvelar de um espaço multifacetado.O texto todo é interessante, mas a parte que me chamou mais a atenção foi o início dele, onde as autoras retratam a realidade da contribuição que a própria educação especial teve para a separação dos alunos com necessidades educacionais das escolas regulares, onde a idéia partia de que esses alunos necessitariam de atendimentos especiais em classes especiais ou instituições especializadas, com professores especializados. A partir desse parágrafo, me questiono se hoje falamos tanto em inclusão e tentamos fazer com que ela aconteça, será que os profissionais dessa área terão o espaço adequado para desenvolver seu trabalho, ou ainda será que os profissionais da escola regular tem condições de receber esse aluno sem a qualificação profissional para que o mesmo seja atendido de forma adequada, eficaz e sobretudo o professor não se sinta incapaz ou desanimado frente a algo que pra ele é novo e não lhe foi ensinado/repassado adequadamente, como proceder? Pensamos em inclusão sim, mas será que temos subsídios suficientes para atender a essa fatia da sociedade que tanto necessita de nossa ajuda? Será que as políticas estão pensando em qualificar os profissionais que estarão recebendo em suas classes esses alunos que necessitam de atendimento de certa forma especial? Será que nossas escolas terão recursos até financeiro para se adequarem, para realizarem e conseguirem dispor de materiais de acessibilidade assistiva? Peço muito a Deus que sim.... e que o direito a cada cidadão seja respeitado, e que a inclusão se faça presente sim de forma real e verdadeira.Abraços!Alessandra Z. Mensato Alessandra -PR" >-->
Olá Professoras, Tutora e Colegas...
Achei bem interessante o texto tratado pelas autoras Andréa Tonini e Fabiane Adela Tonetto Costas sob o título de Escola Inclusiva: o desvelar de um espaço multifacetado.
O texto todo é interessante, mas a parte que me chamou mais a atenção foi o início dele, onde as autoras retratam a realidade da contribuição que a própria educação especial teve para a separação dos alunos com necessidades educacionais das escolas regulares, onde a idéia partia de que esses alunos necessitariam de atendimentos especiais em classes especiais ou instituições especializadas, com professores especializados. A partir desse parágrafo, me questiono se hoje falamos tanto em inclusão e tentamos fazer com que ela aconteça, será que os profissionais dessa área terão o espaço adequado para desenvolver seu trabalho, ou ainda será que os profissionais da escola regular tem condições de receber esse aluno sem a qualificação profissional para que o mesmo seja atendido de forma adequada, eficaz e sobretudo o professor não se sinta incapaz ou desanimado frente a algo que pra ele é novo e não lhe foi ensinado/repassado adequadamente, como proceder?
Pensamos em inclusão sim, mas será que temos subsídios suficientes para atender a essa fatia da sociedade que tanto necessita de nossa ajuda? Será que as políticas estão pensando em qualificar os profissionais que estarão recebendo em suas classes esses alunos que necessitam de atendimento de certa forma especial? Será que nossas escolas terão recursos até financeiro para se adequarem, para realizarem e conseguirem dispor de materiais de acessibilidade assistiva? Peço muito a Deus que sim.... e que o direito a cada cidadão seja respeitado, e que a inclusão se faça presente sim de forma real e verdadeira.
Abraços!
Alessandra Z. Mensato Alessandra -PR

Proa 07 estou adorando!!!!


olá...
Estou adorando esse Proa, amo de paixão a Educação Especial, e nele estamos tendo acesso a textos que eu não tinha, bem como estamos interagindo com os colegas. Posto aqui meu comentário para a minha colega Lenir.

olá Lenir; (Contribuição) Concordo com suas colocações, colega!Também me sinto enrolada quando reflito e faço algumas análises sobre o tema...Na minha visão, um aluno pode ser incluido em uma escola regular se realmente ele for INCLUÍDO para que não sofra a exclusão a partir da inclusão. Aqui faço minha reflexão, pois na nossa realidade local os professores não estão sendo preparados adequadamente para receber esses alunos, que muitas vezes acabam por ficarem no meio do caminho ou então não conseguem efetivamente terem a sua participação garantida e assistida de forma adequada.Penso que a inclusão é realmente algo a ser discutido, pensado e implantado com muita consciência, para que o processo tenha total sucesso!Abraços,Alessandra Z. Mensato Alessandra -PR" >-->
Concordo com suas colocações, colega!
Também me sinto enrolada quando reflito e faço algumas análises sobre o tema...
Na minha visão, um aluno pode ser incluido em uma escola regular se realmente ele for INCLUÍDO para que não sofra a exclusão a partir da inclusão. Aqui faço minha reflexão, pois na nossa realidade local os professores não estão sendo preparados adequadamente para receber esses alunos, que muitas vezes acabam por ficarem no meio do caminho ou então não conseguem efetivamente terem a sua participação garantida e assistida de forma adequada.
Penso que a inclusão é realmente algo a ser discutido, pensado e implantado com muita consciência, para que o processo tenha total sucesso!
Abraços,
Alessandra Z. Mensato
Alessandra -PR

Tuesday, December 05, 2006

E dezembro chegou....


Olá,
Chegou o mes de dezembro...
Mes da reflexão e da comemoração do nascimento de Jesus...
Mes de colocar as coisas em dias para que o próximo não chegue acumulado de coisas...
E aproveito para desejar um Ótimo Natal e Feliz Ano Novo para quem passar pelo meu Blog e também agradecer ao professores e a nossa querida e presente tutora por esses meses de especialização!!!!
Beijos!!!

Wednesday, November 29, 2006

Respondendo o questionamento da Professora Iris


Olá querida Íris,
Estou sim mais tranqüila em relação a minha filha (rsss), acho que mãe é tudo igual, sempre pensando em seus filhos, e quando eles se saem bem, parece que o mundo ganhou mais cor...
Bem, respondendo o seu questionamento, em relação a minha intervenção na qual fui pega de surpresa pois não me ocorreu que ela seria capaz de me dar respostas mais elaboradas. Na verdade, eu me atrapalhei com o minha pergunta, depois que eu fiz, e que ela me respondeu com outra pergunta, é que me deparei que perguntei algo que não era o que queria perguntar (queria me referir ao peso e acabei falando sobre o tamanho). Então, resumindo fiz a pergunta sem um fundamento, me atrapalhei mesmo, pois ela tinha razão no questionamento, não fui clara com o que eu queria (fui mesmo é atrapalhada rssssss), bem rapidinho arrumei a fala, como você pode observar no relato já publicado neste mesmo fórum...
É isso ai! Espero ter respondido seu questionamento.
Abraços,
Alessandra
Alessandra -PR

Respondendo o questionamento do professor Paulo


Oi professor Paulo e colegas,

Professor, irei publicar (embora tenha ficado extenso) o meu relato das duas provas, como o senhor disse que poderia fazer, e também aproveito esse espaço pra responder seus questionamento.

Se eu fosse aplicar as provas, acho que aplicaria de maneira diferente... na verdade subestimei minha filha - que horror né?, não me preocupei tanto em levar todas as perguntinhas prontas, e também não pensei que ela fosse me dar as respostas que deu...

Socorro que apuro eu passei, mas confesso que fiquei feliz e orgulhosa de ver ela se saindo bem, agora eu gostaria de saber um pouquinho mais sobre "esse tipo de estrutura cognitiva que elas estão utilizando no momento" a que o senhor se refere, confesso não ser muito conhecedora dessa área, mas gostaria de estudar mais sobre isso. Seria possível que o senhor me indicasse alguma leitura (de fácil entendimento, claro!)?

Abraços e agradeço a oportunidade novamente!

Alessandra

Thursday, November 23, 2006

Aplicação das provas de conservação



Essa atividade foi aplicada com a minha filha de 7 anos e 1 mes. Achei ótima, e o resultado foi muito satisfatório. Atividade 4 do Proa 03.

Bases Teóricas para Docência em Ambientes Digitais e Metodologias de Interação e Intervenção em Ambientes Informatizados
PROA 03
Aluna: Alessandra Zanato Mensato
Turma: 04 Paraná + Rio Grande do Sul


PROVA DE CONSERVAÇÃO DA SUBSTÂNCIA / MASSINHA
Alguns dados interessantes sobre a realização da prova:
  • Realizei a prova com a minha filha, sexo feminino.
  • Seu apelido é Tatá, ela tem 7 anos, 1 mês e 3 dias.
  • Realizei a prova em minha casa, depois que ela chegou da escola e eu retornei do trabalho, no período vespertino.
  • Optei por fazer a prova com ela, pois eu tinha imensa curiosidade em saber se ela conseguiria conservar a substância. Tatá é uma criança muito distraída, chegando ao ponto de eu brincar falando que ela é capaz de tropeçar em sua própria sombra..., como mãe eu queria saber como ela se sairia, se estava com atenção no que eu iria perguntar e se saberia me responder.
  • Expliquei que ela estaria me ajudando para uma atividade da minha especialização, e também que eu estaria anotando algumas falas dela durante a prova – assim o fiz com um caderno que ficava embaixo de uma folha em branco.
  • Ela concordou e ficou interessada quando viu a massinha.
  • Data da realização da prova: 22/11/2006.


Inicio o meu relato a seguir:

Dispus sobre a mesa duas porções de massinha, sendo uma maior que a outra.

Alessandra: - Tatá aqui tem dois pedaços de massinha, me ajuda a fazer uma bolinha.

Tatá: - mãe, você tem mais massinha que eu, por quê?

Alessandra: - você quer ter o mesmo tanto que eu? Então separa pra mim.
Assim ela o fez, minunciosamente, olhava atentamente uma bolinha e outra até que me disse:

Tatá: - acho que agora tá certo.

Alessandra: - olha para as duas bolinhas, você me disse que as duas estão agora do mesmo tamanho, segura as duas e veja se as duas tem o mesmo peso.
Segurou as duas, abaixava uma mão erguia a outra, depois de repetir o movimento por algumas vezes, falou que achava que tinha o mesmo peso.

Tatá: - acho que está bom, mas pra saber se está bem certinho, só se tivesse uma balança.

Alessandra: - certo, agora vou fazer uma cobrinha com essa bolinha, e me diga agora qual massinha está maior?

Tatá: - mãe você quer saber se ela está maior na altura ou no comprimento?
Nesta hora, fiquei pasma, pois eu não formulei direito a pergunta, e jamais eu esperaria dela uma resposta assim. Fiquei imensamente surpresa. Fiquei meio sem saber o que fazer, pois fui pega de surpresa, então improvisei.

Alessandra: - ah sim filha, a mamãe quer saber qual é maior de altura?

Tatá: - de altura mãe é essa (apontou para a bola) ela está mais alta, olha.

Alessandra: - e de comprimento?

Tatá: - é a cobrinha, olha como ela é maior no comprimento.

Alessandra: - Tá bom, agora, me diga se tem alguma que é mais pesada?
Ela pegou as duas na mão e rapidinho me disse:

Tatá: - Não mãe, você não tirou nenhum pedacinho de nenhuma e não colocou na outra, então ela não está mais pesada.

Alessandra: - certo, filha agora me ajuda a fazer dessa cobrinha de novo uma bolinha.
Ela fez a bolinha, comparava uma com a outra pra ver se estava bem redondinha.

Alessandra: - agora me diga, se eu pegar essa bolinha e achatar, fizer dela uma bolachinha, qual delas vai estar mais pesada?

Tatá: - nenhuma de novo mãe, você não tirou nada de uma e nem de outra.

Alessandra: - muito bem filha, obrigada por ajudar a mamãe, agora vamos fazer outra provinha.
Ela queria que continuasse a perguntando. No princípio, eu tinha pensado em realizar apenas essa prova, e confesso que achei que ela não conseguiria manter a relação do peso, me animei tanto, que resolvi aplicar a prova de conservação de líquidos.


Bases Teóricas para Docência em Ambientes Digitais e Metodologias de Interação e Intervenção em Ambientes Informatizados
PROA 03
Aluna: Alessandra Zanato Mensato
Turma: 04 Paraná + Rio Grande do Sul


PROVA DE CONSERVAÇÃO DE LÍQUIDOS


  • Alguns dados interessantes sobre a realização da prova:
  • Foi a segunda prova realizada.
  • Realizei com a minha filha (Tatá) que foi a mesma criança que fez a outra prova já aplicada – massinha.
  • Realizei em casa, na seqüência da outra.
  • Utilizei dois copos iguais, e mais 4 copos diferentes, todos de vidro transparente.
  • O líquido utilizado foi a água.
  • Data da realização: 22/11/2006.

A Tatá estava animada, achando que era legal fazer a provinha, queria saber como era a outra, também me perguntou se ela tinha acertado a provinha anterior. Respondi que não era igual uma prova da escola, e sim que era uma brincadeira que ajudava a descobrir se a criança apresentava alguma dificuldade. E que ela tinha ido muito bem na provinha.
Coloquei ela sentada na mesa, e eu ia adicionando a água nos dois copos iguais, e também fui pedindo que ela me ajudasse a ver quando os dois copos estariam iguais. Parecia que eu nunca ia chegar em um acordo com ela, eu achava que já estavam iguais, ela sempre falava que faltava um “titiquinho” no outro copo, quando vi, ela se levantou e buscou um copo-medida que uso na cozinha, e me disse:

Tatá: - agora sim mãe, vamos ver se está mesmo com o mesmo tanto de água.
Medimos, acertamos a mesma quantidade nos dois copos.

Alessandra: - e agora Tatá está tudo bem certinho? Você concorda que eles tem o mesmo volume de água?

Tatá: - agora sim, eu concordo.

Alessandra: - vou despejar essa água dentro deste copo, e a água do outro neste outro copo.
Um deles era mais “gordinho”, o outro mais comprido em mais fino, porém os dois cabiam o mesmo volume de água – nem eu sabia que cabiam.
Ficaram cheios até a boca.


Alessandra: você acha que algum destes copos tem maior quantidade de água?

Tatá: - Não eles tem a mesma quantidade, você colocou a água que estava no outro copo, e eles tinham a mesma quantidade de água.

Alessandra: - Certo, agora se eu pegar este copo e despejar neste outro, pegar o outro da água, e despejar neste outro, o que você me diz? O volume de água é o mesmo? A quantidade de água permanece a mesma?
Os copos agora eram uma taça de vinho e um de chopp.

Tatá: - claro mãe, você não colocou a água de um no outro, mesmo que a ponta fica faltando, a água é a mesma.

Alessandra: - legal filha, agora já acabamos, obrigada!
Ela ficou interessada em saber porque eu tinha que ficar perguntando as coisas, depois que expliquei as coisas, ela queria saber se as crianças sempre acertavam, expliquei que não, que nem sempre. Percebi no olhar dela que ela não entendia o motivo das crianças não conseguirem entender por que a água não mudava o volume.




Monday, November 20, 2006

Sobre o filme Cidade Acessível


Essa mensagem postei no fórum do Proa 07, sobre o filme Cidade Acessível, cujo link para assistir é esse: http://www.ad-awards.com/inc/video.swf?id=104

Após assistir o filme, muitos questionamentos me apareceram, como por exemplo o nosso olhar frente as coisas que passam desapercebidas no dia a dia, enquanto muitos sofrem para simplesmente subir em uma calçada (no caso dos cadeirantes), ou ter acesso a uma leitura de um livro (no caso do deficientes visuais), etc.

O filme nos mostra como as dificuldades que eles passam por falta de recursos de acessibilidade, entre outros, nós "normais" enfrentaríamos se as cidades fossem adaptadas (apenas ou tão somente) para eles.

Faz-nos refletir, de que se os olhares se modificassem, os espaços automaticamente se encaixariam as necessidades, atendendo a toda a população.

Adorei o filme!

Estou disponibilizando alguns sites que visitei e achei interessante.

Espero que vocês também gostem.

Abraços,

Alessandra Zanato Mensato

Turma 4 PR/RS



Sobre deficiência auditiva:


Filmes com acessibilidade para surdos e artigos:


http://www.dicionariolibras.com.br/website/artigo.asp?id=926&cod=124


Projeto de Lei nº 4.857-B

Dispõe sobre Línguas Brasileiras de Sinais - LIBRAS e dá outras providências:


http://www.saci.org.br/?modulo=akemi¶metro=1722


Dicionário de Libras e afins:

http://www.dicionariolibras.com.br/website/index.asp?novoserver1&start=1&endereco_site=www.dicionariolibras.com.br&par=&email=


Portal de LIBRAS:

http://www.libras.org.br/


Mural de Recados

http://sentidos.uol.com.br/mural/


Alguns sites de interesse na Educação Especial:

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=content&task=view&id=325&Itemid=456

http://www.mec.gov.br/nivemod/educesp.shtm

http://www.centrorefeducacional.pro.br/edespeci.htm

http://www.niee.ufrgs.br/geral.htm

http://www.autistas.org/educacao_especial.html

http://www.educacaoonline.pro.br/lista_secao.asp?p_id_secao=4http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=1413-6538&lng=pt&nrm=iso

http://www.crmariocovas.sp.gov.br/ees_l.php?t=001

http://www.saci.org.br

http://www.redespecial.org.br/links.html


Thursday, November 16, 2006

PIAGET E OS JOGOS


Piaget propõe que se estruture os jogos nas formas de exercício, símbolo e regra, observando o desenvolvimento da criança nestes jogos e em seu estágio de desenvolvimento cognitivo. Nos jogos de exercícios estão as primeiras manifestações lúdicas da criança. Há observação mas não ação para modificar, portanto a assimilação se torna repetitiva. Nos jogos simbólicos, a criança representa um objeto ausente. Esse tipo de jogo pode ser deformante pois a criança acaba representando do jeito que ela acha que é. Desta forma ela é capaz de produzir linguagens, criando convenções e compreendendo o sentido de tais convenções. Assim, ela busca explicar as coisas, dar respostas às várias questões que já começam a perturbá-la. Nos jogos de regras, a criança abandona seu egocentrismo e passa a ser social, pois as regras impostas pelo grupo devem ser respeitadas sendo que, o não cumprimento desta implica no fim do jogo social. Este jogo engloba os dois anteriores a medida que é herdeiro das regularidades presentes na estrutura dos jogos de exercício e simbólico. REFERÊNCIA: http://www.cempem.fae.unicamp.br/lapemmec/cursos/el654/2001/pedro_e_fabio/EL654/textos/jogos.htm

O Jogo e Desenvolvimento




Esta ação em que a criança esta quando brinca pode ser lúdica por que o jogo pode proporcionar isto, ou seja o jogo cria uma situação imaginária. Neste sentido, o jogo pode ser considerado um meio para o desenvolvimento do pensamento abstrato. É de extrema importância que a criança esteja inserida neste ambiente de brincar e ao mesmo tempo buscar conjecturas, reflexões, análise e criação. Podemos dizer a palavra criação porque ao usar a imaginação em um jogo a criança esta sendo criativa também. O jogo, a partir do momento que esta cobrando imaginação da criança, passa a ajudá-la a desenvolver a sua capacidade de, não só resolver problemas mas de também encontrar várias maneiras de resolve-los. Assim, o jogo e a instrução escolar representam o mesmo papel no que se diz respeito ao desenvolvimento das habilidades e conhecimentos. Durante o jogo, ocorre uma transformação de um processo interpessoal em um intrapessoal, no momento em que consideramos a ação do jogo como um diálogo do indivíduo com ele mesmo, pois o outro é seu adversário.

Tuesday, October 24, 2006

Minha visão sobre os professores que recebem alunos "especiais"...



Essa foi minha postagem no PROA 07 sobre a Educação Especial, foi a atividade 01.

Olá professoras e colegas,

É muito bom poder escrever sobre a Educação Especial, e em especial alguns alunos que apresentam dificuldades especiais em aprendizagem escolar, ou aqueles que são portadores de necessidades especiais.

Trabalho bastante nessa área, embora não tenha formação nenhuma nela, mas me dedico com amor e doação, pois na nossa região a carência de auxílio aos professores que trabalham nesta área é grande.

Aos poucos, vou me inteirando das necessidades apresentadas por eles e tentando de alguma forma colaborar.

Afirmo que os portadores de necessidades especiais tem condições de se inteirarem ao meio, cada qual com suas especificidades, mas todos tem o direito da inclusão seja na sociedade, em mercado de trabalho e principalmente na escola. E esse é no meu ver um fator que merece total atenção, a inclusão escolar.

Ela precisa e deve acontecer, temos relatadas inúmeras histórias de fatores positivos, mas não devemos deixar de lado o professor que recebe esse aluno, que em meio aos outros apresenta alguma dificuldade. Esse professor, precisa estar preparado, ou se preparando para receber esse aluno, para que aconteça realmente a inclusão positiva, digo positiva, não só pelo simples fato do aluno “estar” presente na sala junto aos demais colegas, mas que ele seja importante ali, que consiga aprender, compartilhar e se expressar dignamente.

Vejo, pelas minhas andanças na área da Educação Especial, o quanto o professor tem interesse de levar para sala de aula algo que possa contribuir para a aprendizagem não só do seu aluninho “especial” mas também para todos os seus aluno que também são especiais!

Meu foco de atenção vai então, para os professores que diretamente estão ligados aos portadores de necessidades especiais, para que se invista nele, com orientações, cursos, materiais de apoio, etc., pois nem todos tem formação nessa área e ai sim está o meu receio de que a inclusão não acabe acontecendo como deveria.

Fica a reflexão.

Abraços,

Alessandra Z. Mensato

Turma 4 PR + RS